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PROTOCOLO ICMS 12/07

Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador.

REVOGADO

PROTOCOLO ICMS, 12 DE 23 DE ABRIL DE 2007

Publicado no DOU de 16.05.07, pelo Despacho 37/07 .

Alterado pelos Prot. ICMS 16/07 22/07 38/1674/18. e 72/25.

Adesão de AL, a partir de 01.08.07, pelo Prot. 35/07 .

Revogado pelo Prot. ICMS 17/26, efeitos a partir de 01.04.26.

Nova Redação dada à ementa pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador.

Redação original, efeitos até 31.12.25.

Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano ou veterinário.

Os Estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado de Fazenda, reunidos em São Paulo, SP, no dia 23 de abril de 2007, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n. 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9º da Lei Complementar n. 87/96, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte

 P R O T O C O L O

Nova redação dada à cláusula primeira pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos a partir de 01.02.2019.

Cláusula primeira Nas operações interestaduais com os produtos relacionados no Anexo Único com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul - Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas aos Estados de Alagoas e Mato Grosso do Sul, por importador ou industrial fabricante localizados no Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) relativo às operações subsequentes.

Redação anterior dada à cláusula primeira, pelo Prot. ICMS 22/07, efeitos até 31.01.2019.

Cláusula primeira Nas operações interestaduais com os produtos relacionados no Anexo Único com a respectiva classificação na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH, destinadas ao Estado de Mato Grosso do Sul, por importador ou industrial fabricante localizados no Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) relativo às operações subseqüentes.

§1º O disposto nesta cláusula não se aplica aos produtos farmacêuticos, soros e vacinas destinados a uso veterinário.

§2º Para efeito desta cláusula, é obrigatória a inscrição do estabelecimento remetente no Cadastro de Contribuintes do Estado de Mato Grosso do Sul.

Redação original, efeitos até 16.07.07.

Cláusula primeira Nas operações interestaduais com os produtos relacionados no Anexo Único com a respectiva classificação na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH, destinadas ao Estado de Mato Grosso do Sul, por importador ou industrial fabricante localizados no Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) relativo às operações subseqüentes.

Parágrafo único. Para efeito desta cláusula, é obrigatória a inscrição do estabelecimento remetente no Cadastro de Contribuintes do Estado de Mato Grosso do Sul.

Cláusula segunda O regime de que trata este protocolo não se aplica:

I - à transferência da mercadoria entre estabelecimentos do importador ou do industrial fabricante qualificados como substitutos tributários;

II - às operações entre industrial ou importador, qualificados como sujeitos passivos por substituição.

Acrescido o inciso III à cláusula segunda pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos a partir de 01.02.2019.

III – quando o destinatário for localizado no estado de Mato Grosso do Sul, às operações destinadas a contribuinte detentor de termo de acordo que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover.

Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário que promover a saída da mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa.

Nova redação dada ao caput da cláusula terceira pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos a partir de 01.02.2019.

Cláusula terceira A base de cálculo do imposto, para fins de substituição tributária, é a prevista na legislação interna da unidade federada de destino para os produtos mencionados no Anexo Único deste protocolo.

Redação original, efeitos até 31.01.2019.

Cláusula terceira A base de cálculo do imposto, para fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço constante da tabela, sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e, na falta deste preço, o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial.

§ 1º Inexistindo o valor de que trata o "caput" a base de cálculo será obtida, tomando-se por base o montante formado pelo preço praticado pelo remetente nas operações com o comércio varejista, neste preço incluídos o valor do Imposto sobre Produtos Industrializados, o frete e/ou carreto até o estabelecimento varejista e demais despesas cobradas ou debitadas ao destinatário, adicionada a parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do porcentual de:

I – 49,08%, em relação às operações com os produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas), exceto nos itens 3002.30 e 3002.90, 3003 (medicamentos), exceto no código 3003.90.56, e 3004 (medicamentos), exceto no código 3004.90.46, nos itens 3306.10 (dentifrícios), 3306.20 (fios dentais), 3306.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005.10.10 (ataduras, esparadrapos, gazes, sinapismos, pensos, etc.), 3006.60.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603.21.00 (escovas dentifrícias), todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA);

II – 54,89%, em relação às operações com os produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas), exceto nos itens 3002.30 e 3002.90, 3003 (medicamentos), exceto no código 3003.90.56, e 3004 (medicamentos), exceto no código 3004.90.46, e nos códigos 3005.10.10 (ataduras, esparadrapos, gazes, sinapismos, pensos, etc.) e 3006.60.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios), todos da NBM/SH, quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art. 3° da Lei Federal 10.147/00 (LISTA POSITIVA);

III – 58,37%, em relação às operações com os produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira, exceto aqueles de que tratam os incisos anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do "caput" do art. 1° da Lei 10.147/2000, na forma do § 2° desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA).

§ 2º O valor inicial para o cálculo mencionado no § 1º será o preço praticado pelo distribuidor ou atacadista, quando o estabelecimento industrial não realizar operações diretamente com o comércio varejista.

§ 3º O estabelecimento industrial remeterá listas atualizadas dos preços referidos no caput, podendo ser emitida por meio magnético, ao órgão fazendário responsável pela substituição tributária da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul, bem como informará ao referido órgão em qual revista especializada ou outro meio de comunicação divulgou os preços máximos de venda a consumidor dos seus produtos, conforme determinação legal, sempre que efetuar quaisquer alterações.

Acrescido o § 4º à cláusula quarta, pelo Protocolo 22/07, efeitos a partir de 17.07.07.

§ 4º O regime tributário nas operações objeto deste protocolo é o resultante da aplicação do disposto nos §§ 4º e 5º da cláusula segunda do Convênio ICMS 76/94, de 30 de junho de 1994.

Acrescido o § 5º à Cláusula terceira, pelo Protocolo 38/16, efeitos a partir de 01.08.16.

§ 5º Nas operações destinadas ao Estado de Mato Grosso do Sul, a MVA a ser aplicada é a prevista em sua legislação interna, para os produtos mencionados no Anexo Único deste protocolo.

Cláusula quarta O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas no Estado de Mato Grosso do Sul, sobre a base cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente.

Cláusula quinta O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE, na forma do Convênio ICMS 81/93, de 10 de setembro de 1993, ou através de Documento de Arrecadação do Estado de Mato Grosso do Sul – DAEMS, disponível no site da Secretaria de Fazenda do Estado de Mato Grosso do Sul (www.sefaz.ms.gov.br).

Cláusula sexta O sujeito passivo por substituição informará à Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul, até o dia 15 (quinze) de cada mês, o montante das operações abrangidas por este protocolo, efetuadas no mês anterior, bem como o valor do imposto retido.

Cláusula sétima Este Protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.

Nova redação dada à Cláusula oitava pelo Prot. ICMS 16/07, efeitos a partir de 06.06.07.

Cláusula oitava Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo seus efeitos a partir de 1º de julho de 2007.

Redação original, efeitos até 05.06.07.

Cláusula oitava Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo seus efeitos a partir de 1º de junho de 2007.

 

ANEXO ÚNICO

 

Item

Descrição

Código

Item I revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

I

REVOGADO

-

Redação anterior dada ao item I pelo Prot. ICMS 22/07, efeitos de 17.07.07 até 31.12.25.

I

Soros e vacinas, exceto para uso veterinário

3002

Redação original, efeitos até 16.07.07.

I

Soros e vacinas

3002

Item II revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

II

REVOGADO

-

Redação anterior dada ao item II pelo Prot. ICMS 22/07, efeitos de 17.07.07 até 31.12.25.

II

Medicamentos, exceto para uso veterinário

3003 e 3004

Redação original, efeitos até 16.07.07.

II

Medicamentos

3003 e 3004

Item III revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

III

Algodão, atadura, esparadrapo, haste flexível ou não, com uma ou ambas extremidades de algodão, gazes, pensos, sinapismos, e outros, impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais, cirúrgicos ou dentários

3005

IV

Mamadeiras de borracha vulcanizada, vidro e plástico

4014.90.90

7013.3

39.24.10.00

V

Chupetas e bicos para mamadeiras e chupetas

4014.90.90

VI

Absorventes higiênicos, de uso interno ou externo

5601.10.00

4818.40

Item VII revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

VII

Preservativos

4014.10.00

Item VIII revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

VIII

Seringas

9018.31

Item IX revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

IX

Agulhas para seringas

9018.32.1

X

Pastas dentifrícias

3306.10.00

XI

Escovas dentifrícias

9603.21.00

Item XII revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

XII

Provitaminas e vitaminas

2936

Item XIII revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

XIII

REVOGADO

-

Redação anterior dada ao item XIII pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos de 01.02.2019 até 31.12.25.

XIII

Contraceptivos (dispositivos intrauterinos - DIU) – neutra

3926.90.90

9018.90.99

Redação original, efeitos até 31.01.2019

XIII

Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos – DIU)

9018.90.9

XIV

Fio dental / fita dental

3306.20.00

XV

Preparação para higiene bucal e dentária

3306.90.00

Nova redação dada ao item XVI  pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos a partir de 01.02.19.

XVI

Fraldas

9619.00.00

Redação original, efeitos até 31.01.2019.

XVI

Fraldas descartáveis ou não

4818.40.10

5601.10.00

6111

6209

Item XVII revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

XVII

Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas

3006.60

Item XVIII revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

XVIII

REVOGADO

-

Itens XVIII acrescido pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos 01.02.19 até 31.12.25.

XVIII

Curativos (pensos) adesivos e outros artigos com uma camada adesiva, impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas – Lista Positiva

3005.10.10

Item XIX revogado pelo Prot. ICMS 72/25, efeitos a partir de 01.01.26.

XIX

REVOGADO

-

Itens XIX acrescido pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos 01.02.19 até 31.12.25.

XIX

Curativos (pensos) adesivos e outros artigos com uma camada adesiva, impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas – Lista Negativa

3005.10.10

Itens XX acrescido pelo Prot. ICMS 74/18, efeitos a partir de 01.02.19.

XX

Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento - neutra

4015.11.00
4015.19.00